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  • Rodrigo Felippe

2 principais erros de PMEs sobre tecnologia


Tempos atrás eu me perguntava porque no Brasil era tudo tão burocrático e complicado. Declaração de IR em formulário de papel, emissão de notas em talão numerado, emissão de CPF somente presencial, entre outros inúmeros serviços que hoje, graças aos avanços da tecnologia e consolidação do uso da internet, se tornaram completamente online e infinitamente mais fáceis. Há ainda muito a implementar e já vemos movimentações para unificação e digitalização de documentos de identificação, por exemplo. Compras pela internet e pagamentos via apps no celular já são habituais. O fato é que a dependência da tecnologia acompanha paralelamente a alta nos serviços digitais disponibilizados, seja pelo poder público, empresas de crédito e cartões e até mesmo negócios que se utilizam de serviços como Uber, iFood, etc.


E nas pequenas e médias empresas ?


O uso da tecnologia se torna cada vez mais importante e necessário tanto para expor a marca (mais de 80% das pessoas pesquisam em sites de busca antes de comprar algo ou contratar um serviço), como efetivar vendas e contratos, entregar obrigações legais, gerar e aproveitar oportunidades e se manter competitivo frente a inúmeros concorrentes.

Durante minha carreira profissional tive a oportunidade de participar de projetos em grandes empresas (megaempresas na verdade), mas também apoiei várias empresas de pequeno e médio portes (muitas empresas familiares inclusive), se tornando essas o direcionamento da minha e de muitas empresas que se especializaram em atender as demandas de TI desses clientes, de forma acessível, mas com toda uma bagagem de conhecimento aplicado em grandes empresas.


Primeiro erro das PMEs - Entendimento quanto a TI.


Eu poderia citar muitas frases que já ouvi de pequenos e médios empresários, mas vou usar somente uma que sintetiza bem a situação de muitas dessas empresas:

"TI é um custo muito alto para a minha empresa."

A verdade é que TI não é custo, é um investimento tão importante quanto um maquinário que produz o produto a ser vendido. Num negócio que pretende ser escalável e sustentável, controles são essenciais durante todo o ciclo do produto ou serviço. A TI quando bem implementada tem o objetivo de apoiar todo esse ciclo de forma eficiente e colaborativa. São inúmeras as formas de aproveitar o poder das ferramentas de TI existentes hoje no mercado, bem como a competitividade entre operadoras, provedores e marcas. A arquitetura bem desenhada de um ambiente de TI, dimensionada dentro da realidade da empresa, utilizando hoje os "as a Service" (software, plataforma, infraestrutura pagos mensalmente pelo uso), pode se tornar em diferencial competitivo, sem a necessidade de grandes investimentos iniciais. Hoje é possível montar toda um ambiente em Cloud (Computação em Nuvem) de forma muito segura e principalmente de processamento flexível de acordo com as oscilações do uso.

Utilizando da tecnologia para suportar um negócio, a pergunta é: Quanto custa (prejuízo) para sua empresa se tiver um problema que paralise sua estrutura por 01 dia ? Ou por uma semana ? Ou se o problema for irreversível e todos os dados forem perdidos definitivamente ?


Segundo grande erro: Diferenciação dos profissionais de TI.


Como em todo mercado, vale a máxima que compara um produto/serviço sob a óptica de bom, barato e rápido. Eu gosto de trocar a palavra barato por acessível. Dessa forma é possível oferecer um serviço de TI que seja realmente profissional.

Entendendo a importância da TI para o negócio, entendendo que há meios de se conseguir uma boa estrutura que cabe no orçamento da empresa, e consciente de que há uma dependência grande desses recursos, achamos então o princípio básico para a escolha de um parceiro de TI: Experiência na arquitetura de ambientes de TI usando o que há de melhor e mais moderno no mercado e que já esteja consolidado como gestor. Diferente do "rapaz da TI" que faz reparos quando necessário, é de extrema importância ter um parceiro que se comprometa em evitar incidentes de paralisação ou segurança. O serviço continuado de um parceiro tem um investimento mensal, que pode inclusive ser flexibilizado por modelo pré-pago. O "rapaz da TI" em 99% das vezes faz um reparo em algo visível e deixa passar outros 10 despercebidos, geralmente por falta de formação. O parceiro certo deve estar realmente comprometido com o negócio, e para isso deve monitorar o ambiente continuamente, apresentar possíveis riscos e melhorar a estrutura de TI gradativamente, garantindo o apoio total e agregando valor ao negócio.



Rodrigo Felippe

Profissional de TI, empreendedor e entusiasta por tecnologia e especialista em gerenciamento de serviços de TI.





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Reiniciamos nosso blog, agora muito melhor elaborado. Aproveitando esse novo post . . . . nosso pessoal apelidou carinhosamente a For3st de F3T. Gostei . . . .

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